Este ano foi um divisor de águas na minha vida. Passei por mudanças profundas, daquelas que não apenas alteram o presente, mas redesenham todo o futuro. Voltar da Bahia para Minas Gerais, retornar à minha terra e me reaproximar da minha família, foi um processo duro, intenso e, olhando agora, a melhor decisão que eu poderia ter tomado. Não há nada que substitua o acolhimento de quem nos ama de verdade, sem condições, sem reservas. 2025 me testou até o limite. Quebrou estruturas, expôs fragilidades, doeu. Mas, no meio do caos, também me reconstruiu. Reconstruiu o homem, o ser humano, a pessoa que hoje aprende a existir com mais consciência. Sou grato pelas boas experiências, pelas amizades que permaneceram e, acima de tudo, pela minha família, que nunca soltou a minha mão. Especialmente pela minha mãe, sem o amor dessa mulher, eu simplesmente nada seria. Como canta Tim Bernardes, “eu vou voltar, eu vou voltar a ser feliz, eu estou cuidando de mim mesmo”. Foram quatro meses de pausa real. De silêncio. De autoconhecimento. De me encarar sem distrações, tentando entender quem eu sou agora. E, pela primeira vez em muito tempo, posso dizer: eu consegui. Estou vivendo uma das melhores fases da minha vida. A insegurança já não me paralisa, a autocobrança perdeu força e eu aprendi a ser mais paciente comigo mesmo. Aprendi a respeitar o meu tempo. A confiar no processo. A entender que o tempo, ah, o tempo, conserta, ajusta, cura. Sim, tudo melhora. Sou infinitamente grato pela vida que tenho e romantizo, sim, a minha própria existência. Afinal, só tenho essa vida. E não sei até quando. Josué 1:9: “Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” 🧸✨💖