No ano de 103 d.C., um dos episódios mais sombrios e marcantes da história recente dos Sete Reinos ficou gravado na memória de todos. O príncipe Daeron Targaryen enviou um corvo a Harrenhal, exigindo que o castelo entregasse seu filho e sua mãe à rainha viúva. A mensagem era clara e ameaçadora: caso a ordem não fosse cumprida, o fogo e o sangue cairiam sobre Harrenhal. A resposta não veio em palavras, mas em horror. Tomado pela fúria e pelo desespero, Aegon cruzou um limite irreversível. Em um ato cruel e calculado, ele decapitou o príncipe Rheagor Targaryen, uma criança de apenas seis anos, cuja única culpa era o sangue que corria em suas veias. O assassinato chocou até mesmo aqueles acostumados à brutalidade da política Targaryen. A rainha Bia Targaryen, ao testemunhar as consequências desse ato, ficou horrorizada e profundamente traumatizada, marcada para sempre pela morte do jovem príncipe e pela selvageria do gesto. Como se o crime não bastasse, o bastardo selou sua mensagem final de forma ainda mais cruel: a cabeça de Rheagor foi colocada dentro de um caixote e enviada à princesa Lua Targaryen, mãe do menino. Não era apenas uma afronta — era um aviso frio e deliberado. A mensagem era inequívoca: ele não era um tolo, nem alguém que pudesse ser ameaçado impunemente. Desde então, o ano de 103 d.C. passou a ser lembrado como um marco de terror, ruptura e sangue, quando a fúria dos dragões deixou de ser apenas uma metáfora e se transformou em tragédia irreparável. 🩸🐉#houseofthedragon #got #rhaenyratargaryen #dragoes #targaryen